#FelizAnoNovo!

Que 2013 chegue com toda a força! Mais uma no para realizar sonhos, alcançar metas, aprender cada vez mais e batalhar mais ainda! A todos que acompanham e acompanharam esse blog no ano de 2012, meu MUITO OBRIGADO! Também não poderia deixar de agradecer a pessoa que me ajudou a criar essa página e me mostrou que conhecimento e curiosidade em aprender nunca é demais! Professora Helena Degreas!

Estaremos juntos em 2013 e durante muitos anos! rs. É com muito carinho que desejo a todos um Feliz Ano Novo com muita paz e comunhão!

 

Entrevista do Arquiteto Oscar Niemeyer ao programa Roda Viva

Published on December 6th, 2012 | by André Higuti

Que o prédio para ser uma obra de arquitetura, assim exemplar, ele não basta funcionar bem, ele tem que ser bonito, tem que causar surpresa.

Entrevista do Arquiteto Oscar Niemeyer para o programa Roda Viva em 12 de julho de 1997. O Arquiteto conta um pouco de suas obras, comenta casos e experiências de vida.

Fonte: http://arktetonix.com.br

Bairro Solar

cidade-sustentavel01

Bairro solar na Alemanha produz quatro vezes mais energia do que consome

O bairro solar Schlierberg, em Friburgo, Alemanha, é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome, provando que uma construção ecológica pode ser muito lucrativa.

O bairro é autossuficiente em energia e atinge isso através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos dispostos na direção correta. Parece uma estratégia simples mas, geralmente, os projetistas pensam nas instalações solares tardiamente, e dessa forma os painéis perdem parte de sua eficiência.

A vila, projetada pelo arquiteto alemão Rolf Disch, enfatiza a construção de casas e vilas que planejam as instalações solares desde o início do projeto, incorporando inteligentemente uma série de grandes painéis solares sobre os telhados. Os edifícios também foram construídos dentro das normas de arquitetura passiva, o que o permite produzir quatro vezes a quantidade de energia que consome.

O condomínio, com cerca de 11 mil m2, possui densidade média, tamanho balanceado, acessibilidade, espaços verdes e exposição solar.

Ao todo são 59 residências e um grande edifício comercial, chamado Solar Ship, que criam uma região habitável com o menor impacto ambiental possível. Nove das residências são apartamentos localizados na cobertura do edifício comercial. As residências multifamiliares possuem entre 75 e 162 m2.

Todas as casas são de madeira e construídas apenas com materiais de construção ecológicos. O conceito de cores foi desenvolvido por um artista de Berlim, Erich Wiesner.

As casas têm grande acesso ao aquecimento solar passivo e utilizam a luminosidade natural. Cada casa possui uma cobertura simples, com beirais largos, que permitem a presença do sol durante o inverno e protegem as casas durante o verão. Tecnologias avançadas como o isolamento a vácuo, aumentam o desempenho térmico do sistema da construção.

As coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva. A água é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários. Os edifícios também utilizam lascas de madeiras para o aquecimento no inverno, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente.

As instalações permanecem livres de carros, graças à garagem abaixo do edifício comercial, onde é organizado um sistema de compartilhamento de automóveis.

Fonte Ciclo Vivo

Converse – Oscar Niemeyer

 

Internado no Rio de Janeiro desde o dia 13 de outubro, o arquiteto de 104 anos Oscar Niemeyer ganha mais uma homenagem. O Converse Oscar Niemeyer chega às lojas com cinco modelos em tons de creme. Inspirado na célebre frase não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem e nas principais obras do arquiteto, o modelo especial recria os clássicos Chuck Taylor All Star (Hi e Ox), Jack Purcell, Chukka Boot e Skidgrip.

O lançamento oficial ocorreu no dia 23 de outubro, no Cartel 101. A coleção é especial e limitada, claro, e a numeração vai do 33 ao 44. Os preços variam entre R$ 170 e R$ 270, e a coleção estará disponível em lojas selecionadas de todo o Brasil.

 

 

 

 

Residência Bass

Residência Bass / Paul Rudolph

© U Mass Dartmouth

Esta casa é uma das obras construídas mais ambiciosas de Rudolph. A intensidade de sobrepor volumes horizontais, em balanços pronunciados, mostra o rigor projetual. Uma unidade coesa e de fácil compreensão.

© U Mass Dartmouth

Por encargo de Ana e Sid Bass em 1970, esta casa foi projetada para acomodar um extenso programa, assim como uma ampla galeria de arte contemporânea.

© Tony Monk

O projeto busca a ilusão de que a casa é composta por uma série de volumes e planos que levitam, além de partes verticais menos óbvias, como os painéis de vidro, e de alumínio esmaltados em branco. Um dos únicos componentes verticais, talvez o mais visível, é a parede que marca a esquina do jardim interior, a localização perfeita para se mostrar o contraste com as lâminas horizontais.

© Tony Monk

Embora existam quatro pavimentos principais, a residência Bass se distribui em 12 níveis diferentes. O pátio abre-se para revelar uma vista ao jardim, projetado por Robert Sion e Russell Page, com a intenção de desenvolver a proposta além do entorno imediato da casa, mas que ao mesmo tempo contempla a si mesma.

© U Mass Dartmouth

A casa foi construída deliberadamente entre as árvores da ladeira de Fort Worth. Seu contexto natural e as áreas verdes também estão conectados ao jardim, formando um ambiente natural mais amplo.

© Tony Monk

A entrada principal encontra-se no nível superior da casa, acessível pelo caminho que se estende desde o oriente. Os salões de estar principais estão em balanço sobre a pronunciada inclinação do terreno, projetando vistas panorâmicas da paisagem, demarcadas pelas paredes brancas do interior.

© Tony Monk

Construída com vigas de aço em balanço, janelas de vidro de piso a teto, colunas delgadas de acesso, e painéis de revestimento pré-fabricados, a casa se insere em um sistema reticular, que serve como base para suas dimensões verticais e horizontais.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/

ESCULTURA EM PAPEL – PETER CALLESEN

   Peter Callesen é um artista dinamarquês que se utiliza da arte japonesa do Kirigami ou Origami Arquitetônico, uma variação do origami que consiste em dobraduras e recortes de papeis que se transformam em monumentos de formas verdadeiras em 3D, variando sua escala, seja miniatura, tamanho natural ou gigante.

As obras de Callesen transformam a mídia mais usada em transporte de informação, a folha de papel A4 e retirando essas informações, ele obtém um material branco e puro para mostrar a fragilidade do tema trágico e romântico que suas obras representam.

 

 

 

Na verdade Callesen não chama “esculturas” às suas peças; antes prefere chamar-lhe “instalações”. Os trabalhos em papel representam apenas uma parte da sua variada obra que inclui expressões e materiais tão díspares como a água ou o gelo, as performances, o desenho e a pintura. Apesar destas peças de escala monumental serem as mais conhecidas o autor dedica-se também à pequena dobragem de papel, material que constitui a parte mais importante do seu trabalho recente.
A temática é recorrente e presente de uma forma mais ou menos explícita ao longo de toda a sua obra. Aborda um universo de memórias da infância e contos de fadas situadas a meio caminho entre o sonho e a realidade, por vezes com humor, outras vezes com ironia. Nestes trabalhos tudo é puro e irreal: o branco imaculado e a fragilidade efectiva do papel. Os pormenores exibem uma minúcia demasiado real. São, no fundo, cópias de impossibilidades.

Fontes: http://obviousmag.org/
            http://ossujos.blogspot.com.br/